Acordo Ortográfico // Controvérsias A suspensão do Acordo Ortográfico «Portugal assentou oficialmente na necessidade de revisão do Acordo Ortográfico. Isso deveria levar à suspensão dele», sustenta Vasco Graça Moura, a propósito do que, sobre o tema, consta na declaração da VII reunião de ministros da Educação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, realizada em Luanda. Artigo publicado no Diário de Notícias de 11/04/2012. Vasco Graça Moura · 11 de abril de 2012 · 7K
O nosso idioma // Neologismos Golpaça vs. golpada Marcelo Rebelo de Sousa, no seu habitual espaço dominical de comentário na TVI, acusou o líder do PS de ter feito uma ... Paulo J. S. Barata · 9 de abril de 2012 · 5K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Compactuar ≠ pactuar A diferença de significado destes dois verbos, a propósito de uma demissão justificada na recusa se «continuar a compactuar» com a ausência de determinadas decisões. Os Estaleiros de Viana do Castelo constituem um problema de enorme dimensão. Podem até dar azo a questões linguísticas interessantes. Há dias, um dos administradores demitiu-se, acusou os seus pares de «inércia» e declarou que não podia «continuar a compactuar» com a ausência de decisões da administração. Wilton Fonseca · 6 de abril de 2012 · 11K
Acordo Ortográfico // Controvérsias Porquê um acordo ortográfico e porquê este? «Se a língua está em “perpétua evolução”, também a ortografia, sua serva, deve obedecer à mesma deriva», escreve o académico português Fernando Cristóvão, em Porquê um acordo ortográfico e porquê este? [edição Clepul/Universidade de Lisboa, 2012] Fernando Cristóvão · 4 de abril de 2012 · 9K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Cotar ≠ Cotizar O registo escrito em televisão, possível graças aos dispositivos de inserção de caracteres que permitem inserir texto — legendas, rodapés, etc. — em programas e peças jornalísticas, comporta frequentemente casos quase caricatos em matéria de língua portuguesa. Será talvez porque a função possa ser entregue a não jornalistas? Será talvez, em certas situações, pela pressão do direto? Não sei! Este caso é, porém, ainda mais incompreensível porque aconteceu com informação previamente preparada, n... Paulo J. S. Barata · 4 de abril de 2012 · 6K
O nosso idioma «Reunir-se com...» Ainda sobre o que se vai ouvindo e lendo, vale a pena voltarmos à conjugação do verbo reunir, na forma pronominal ou não, e com complemento introduzido pela preposição com. Vejamos este caso concreto: «A administração reuniu-se com os funcionários» ou «reuniu com os funcionários»? A construção correta é «reuniu-se com os funcionários». Maria Regina Rocha · 1 de abril de 2012 · 13K
Pelourinho // Estrangeirismos E o patrocínio dos dicionários? Se temos na língua portuguesa a palavra patrocínio, para quê o naming e o branding? «O que será que eles têm contra a língua portuguesa?» Um texto a propósito de as Lojas do Cidadão, em Portugal, passarem a ter um nome comercial. Wilton Fonseca · 30 de março de 2012 · 3K
O nosso idioma // Uso e norma O correto e o incorreto: entre as duas balizas A dicotomia correto/incorreto tem sido uma questão amplamente debatida na literatura, encontrando defensores, mas também muitos opositores. De um lado, situam-se os normativos, puristas da língua, cuja correção linguística decorre do rigoroso cumprimento da norma escrita, fundada no exemplo dos clássicos da literatura. De outro lado, situam-se os linguistas descritivos, que privilegiam a variação linguística, com base na frequência do uso e cuja máxima é «o povo é quem faz a língua». (...) Sandra Duarte Tavares · 29 de março de 2012 · 6K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um parónimo não descriminado Na sua habitual coluna de opinião no Expresso, intitulada Massa Crítica, Luís Marques aborda o contrato do troço de alta velocidade entre Caia e o Poceirão, referindo, a dado passo: «Depois foram feitas alterações já depois da adjudicação, o que obviamente configura uma descriminação dos restantes concorrentes» (Economia, 24 de março de 2012, n.º 2056, p. 31). Paulo J. S. Barata · 28 de março de 2012 · 4K
Pelourinho // Mau uso da língua no espaço público Um “caço” num mar de siglas Um “caço” afogado em siglas1. Ou como se o verbo caçar admitisse duplo particípio passado. In jornal i de 23/03/2012. Wilton Fonseca · 23 de março de 2012 · 6K