Santiago de Riba-Ul
S.Tiago de Riba-Ul, no Concelho de Oliveira de Azeméis, é várias vezes escrito de formas diferentes - incluindo a imprensa local que por vezes escreve: Santiago Riba-Ul e São Tiago Riba-Ul. Qual a maneira correcta?
Subsunção
Encontrei finalmente a palavra subsumir, no Ciberdúvidas. Gostaria de saber se existe subsunção (ou subsumpção) na Língua Portuguesa.
O latinismo vico
Como bem sabido, as terminações -us do latim são, de praxe, transcritas no português como -o para uma enorme quantidade de termos e nomes, tanto da antroponímia como da toponímia. Gostaria de saber, considerando esse dado, se poderíamos admitir que vicus é passível de ser escrito como vico para determinar o termo romano para pequeno assentamento/aldeia e a unidade administração vinculada a este tipo de estrutura urbana. Bem sei que pagus [aldeia; pequena unidade administrativa] já chegou ao português desde muito cedo no português como pago (o que reforça o que disse acima), mas ainda me faltam fontes para vicus, mesmo sabendo que é tendência essa alteração.
Fonética. S
Como posso saber se escrevo com um s ou ss, pois o som é o mesmo: sapatos, assar, pensar, assalto. E também as palavras com s e com o som de z como posso saber (ou diferenciar)? Existe alguma regra? Pois casa, peso, Elisa, atrasado, Rosa são palavras com som de z.
Obrigada.
Classificação de orações e oração matriz, base ou nuclear
Se possível, gostaria de solicitar as seguintes informações:
1) Como dividir e classificar as orações constantes do período
«Enquanto contava histórias, a mulher, cercada de crianças inquietas, recordava-se da infância vivida na fazenda, por onde corria livremente, tocando o gado, alimentando a criação e plantando florezinhas no jardim para ocupar o tempo que parecia não ter fim.»
2) Já ouvi as designações de oração matriz, base ou nuclear para a chamada de principal, no período composto por subordinação. Essas designações são empregadas por quais estudiosos e em quais obras?
Agradeço antecipadamente por qualquer esclarecimento!
Bósforo (e não Bósporo)
Em Topónimos e Gentílicos, Ivo Xavier Fernandes recomenda que se use Bósporo em detrimento de Bósforo, que considera uma corruptela. Quando nos referimos ao estreito, que forma devemos usar?
Muito obrigado.
A preposição por com valor temporal
Nomeadamente a nível da culinária / alimentação, é corrente dizerem, por exemplo, «... vai ao forno por 30 minutos...», em vez de «... vai ao forno durante 30 minutos…».
Estão ambas as situações igualmente certas, ou não?!
Obrigado.
Inexistir (2)
A propósito de "inexistir" e da "lei do menor esforço", T.A. acaba por admitir a legitimidade de, quem quer que seja, formar novos termos, desde que não atropelem a gramática.Conclui pela correcta formação do termo "inexistir", admitindo-o como não usual e não registado nos dicionários.Continuo, apesar disto, de acordo com as Respostas Anteriores onde se afirma, que "a forma negativa de existir é não existir".De seguida, T.A. tece considerações quanto à clareza da linguagem forense e questiona da ofensa à Língua e aos direitos dos cidadãos.Pergunta: a) no entender da ilustre filóloga há diferença entre a linguagem forense e a da administração pública?b) Havendo diferença, onde se situa ela?c) Se se situar no âmbito do que é habitual, que norma deve ser escolhida, de forma a que, sem atropelos da Língua Portuguesa, se garanta a defesa dos direitos dos cidadãos: a da administração pública ou a do foro?
A retoma de família pelo pronome eles
Quando nos referimos à palavra família, no caso abaixo, pode-se usar o masculino (para eles), como por exemplo: «Cuidamos de nossa família e fazemos questão de protegê-la. Sabemos que, para eles, é importante nos ver com saúde […]»?
Uma “Seven-Up”
A bebida chamada “7-up”, utiliza-se com o artigo masculino ou feminino? Como "um 7-up", ou "uma 7-up". Tenho utilizado sempre a forma feminina, mas no entanto tenho ouvido muita gente utilizar a forma masculina.
Obrigado.
