A expressão «artista sequencial»
O termo «arte sequencial» é um sinônimo para «história em quadrinhos» (Brasil), («banda desenhada» – Portugal e Angola)...
Daí, pela lógica do idioma português, como se chama quem faz «arte sequencial» como derivado do nome «arte sequencial» em si?
Fica como "artista sequencial"?
Como "arte sequencialista"? Ou como mesmo?
Por favor, muitíssimo obrigado e um grande abraço!
A grafia de «sarna sarcóptica»
Qual é a grafia correta "sarna sarcóptica" ou "sarna sarcótica" à luz do novo acordo ortográfico?
Aguardo resposta.
Obrigada.
O verbo vestir
Tenciono questionar um determinado grupo de pessoas, solicitando-lhes uma palavra como resposta (família, união, doces,...).
Tenho dúvidas relativamente à melhor opção:
a) De que vais vestir o teu Natal?
b) Do que vais vestir o teu Natal?
Agradecida.
A expressão «autor matriz»
Num contexto mais específico, a questão é: «autor-matriz» ou «autor matriz»?
Num contexto mais abrangente, a questão é: justifica-se (e, se sim, em que medida) o uso de hífen em «matriz»?
Muito obrigado.
A dúvida em etimologia
Tenho particular interesse como consulente do léxico do português brasileiro em saber as origens das palavras.
Na edição eletrônica do Dicionário Houaiss (2025), observo diversas expressões empregadas para caracterizar a etimologia incerta de determinados vocábulos, tais como:
a) orig. contrv. (origem controversa) (ex.: balaio);
b) orig. desc. (origem desconhecida) (ex.: chasqueiro);
c) orig. duv. (origem duvidosa) (ex.: catano);
d) orig. obsc. (origem obscura) (ex.: léria);
e) orig. inc. (origem incerta) (ex.: chapa).
Diante desses critérios lexicográficos estabelecidos pelo Dicionário de Houaiss, em que medida eles se mostram irrefutáveis para a classificação de palavras cuja etimologia permanece imprecisa ou indefinida? Quais são os principais desafios e abordagens metodológicas para atribuir essas categorias, considerando a evolução das línguas e as fontes históricas disponíveis?
Construção de grau: «... tão livre quanto...»
A frase «[Ele é] tão livre quanto renuncia ao que o tenta amiúde» está correta?
Numa construção mais simples: «o sujeito é livre na medida em que renuncia àquilo que o tenta frequentemente».
Modificador do nome apositivo: «A igreja de Longhena, no Grande Canal»
Agradecia que me indicassem a função sintática do constituinte «no Grande Canal», na frase «A igreja de Longhena , no Grande Canal, perderia a sua presença altiva [...] se os edifícios modestos [...] fossem substituídos por blocos de escritórios de betão armado».
Agradeço mais uma vez a vossa disponibilidade.
O uso de nenhuns
Qual será a importância e utilidade da utilização do pronome nenhuns (como plural de nenhum), se nenhum, literalmente, já quer dizer «zero» no caso?
Muitíssimo obrigado e um grande abraço!
O uso de quem para hispanofalantes
Como pronome interrogativo e sujeito, quem exige sempre um verbo ao singular, ainda que se refira a uma pluralidade (já que pode significar neste caso «que pessoa/que pessoas»), ou esta restrição só se aplica no sentido relativo do pronome?
Por exemplo, no espanhol poderia haver uma frase qual:
¿Quiénes golpean la puerta?
Mas no português, seria possível dizer: «Quem "batem" à porta?» («Que pessoas batem a porta?») ou seria obrigatório estar o verbo no singular («Quem bate à porta?») e então tereremos de entender que se refere a uma pluralidade só pelo contexto?
Muito obrigado pela sua atenção. E está bem se me der uma fonte para ler para que não tinha de escrever demais.
A grafia de martainha
A minha gratidão enorme a toda a equipa do Ciberdúvidas pelo excelente serviço.
A minha questão tem a ver com uma das variedades de castanha portuguesa: a "martainha" ou "martaínha". Deve acentuar-se graficamente ou não?
Muito obrigada.
